domingo, 26 de março de 2017

Técnicas simples para manipular você


                        TÉCNICAS SIMPLES PARA MANIPULAR VOCÊ.

 

 

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  Em breve você terá em mãos os métodos básicos de manipulação que são usados contra você todos os dias pela sociedade (mídia, governo, religião etc.). Isso deve ser profundamente compreendido e absorvido, pois a sua individualidade depende disso, o que você tem de mais precioso depende disso.


  É preciso que você entenda que a sua mente lógica funciona como um escudo, ela tenta impedir que você seja manipulado, influenciado, enganado, etc. É extremamente importante para a sua sobrevivência que você não acredite em qualquer coisa, que você não caia em qualquer armadilha...

 


  Porém, a sua mente lógica só consegue se defender do que ela está consciente, do que ela sabe que existe. Ou seja, se você não sabe que está sendo vítima de uma manipulação, se a sua mente lógica não detectou a ameaça, é como se o perigo não existisse, estão suas defesas simplesmente não funcionam para isso. Você fica totalmente vulnerável, como um gado no caminho do abatedouro, pronto para ser degolado.


  Você precisa conhecer profundamente as táticas de manipulação para fortificar seus escudos lógicos, para que você torne a sua consciência mais afiada. Esse conhecimento precisa fazer parte de você imediatamente.

 


  A baixo serão listadas as 10 principais técnicas de manipulação das massas mais utilizadas. Memorize cada uma delas e se possível, leia esse texto várias vezes até decorar cada estratégia mostrada aqui, até que você comece a perceber todas elas sendo utilizadas no seu dia a dia pela sociedade de maneira natural. Simplesmente treine a sua mente para que ela perceba qualquer tipo de ameaça a sua individualidade e liberdade.


  Antes de mostrar as principais táticas, gostaria de lembrar ao leitor que esse blog foi feito com o simples objetivo de abrir a sua consciência, de fazer você se tornar realmente livre, então se lembre de colocar esse blog nos seus favoritos e acompanhar cada postagem com total atenção pois a sua individualidade é o seu bem mais precioso! Aproveite e leia os outros artigos do blog, pois também são muito importantes para libertar a sua consciência.

 

 



1- A estratégia da diversão.

 

Elemento primordial do controle social, a estratégia da diversão consiste em desviar a

atenção do público dos problemas importantes e das mutações decididas pelas elites políticas e

econômicas, graças a um dilúvio contínuo de distrações e informações insignificantes. A estratégia da diversão é igualmente indispensável para impedir o público de se interessar

pelos conhecimentos essenciais, nos domínios da ciência, da religião, economia, da psicologia, da

neurobiologia e da cibernética.


2- Criar problemas, depois oferecer soluções.

 

Este método também é denominado “problema-reação-solução”. Primeiro cria-se um

problema, uma “situação” destinada a suscitar uma certa reação do público, a fim de que seja

ele próprio a exigir as medidas que se deseja fazê-lo aceitar. Exemplo: deixar desenvolver-se a

violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público passe a reivindicar

leis securitárias em detrimento da liberdade. Ou ainda: criar uma crise econômica para fazer como

um mal necessário o recuo dos direitos sociais e desmantelamento dos serviços públicos.


3- A estratégia do esbatimento.

 

Para fazer aceitar uma medida inaceitável, basta aplicá-la progressivamente, de forma

gradual, ao longo de 10 anos. Foi deste modo que condições sócio-econômicas radicalmente

novas foram impostas durante os anos 1980 e 1990. Desemprego maciço, precariedade,

flexibilidade, descentralizações, salários que já não asseguram um rendimento decente, tantas

mudanças que teriam provocado uma revolução se houvessem sido aplicadas brutalmente.


4- A estratégia do diferimento.

 

Outro modo de fazer aceitar uma decisão impopular é apresentá-la como “dolorosa mas

necessária”, obtendo o acordo do público no presente para uma aplicação no futuro. É sempre

mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro porque a dor não

será sofrida de repente. Segundo, porque o público tem sempre a tendência de esperar

ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado.

Finalmente, porque isto dá tempo ao público para se habituar à ideia da mudança e aceitá-la com

resignação quando chegar o momento.

Exemplo recente: a passagem ao Euro e a perda da soberania monetária e econômica

foram aceites pelos países europeus em 1994-95 para uma aplicação em 2001. Outro exemplo:

os acordos multilaterais do FTAA (Free Trade Agreement of the Americas) que os EUA impuseram

em 2001 aos países do continente americano ainda reticentes, concedendo uma aplicação

diferida para 2005.


5- Dirigir-se ao público como se fossem crianças pequenas.

 

A maior parte das publicidades destinadas ao grande público utilizam um discurso,

argumentos, personagens e um tom particularmente infantilizadores, muitas vezes próximos do

debilitante, como se o espectador fosse uma criança pequena ou um débil mental. Exemplo típico:

a campanha da TV francesa pela passagem ao Euro (“os dias euro”). Quanto mais se procura

enganar o espectador, mais se adota um tom infantilizante. Por que?

Ao se dirigir a uma pessoa como se ela tivesse 12 anos de idade, então, devido à

sugestibilidade, ela terá, com uma certa probabilidade, uma resposta ou uma reação tão

destituída de sentido crítico como aquela de uma pessoa de 12 anos”. (cf. “Armas silenciosas para

guerra tranquilas”)


6- Apelar antes ao emocional do que à reflexão.

 

Apelar ao emocional é uma técnica clássica para curto circuitar a análise racional e,

portanto, o sentido crítico dos indivíduos. Além disso, a utilização do registo emocional permite

abrir a porta de acesso ao inconsciente para ali implantar ideias, desejos, medos, pulsões ou

comportamentos...


7- Manter o público na ignorância e no disparate.

 

Atuar de modo que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos

utilizados para o seu controle e a sua escravidão.

A qualidade da educação dada às classes inferiores deve ser da espécie mais pobre, de

tal modo que o fosso da ignorância que isola as classes inferiores das classes superiores seja e

permaneça incompreensível pelas classes inferiores”. (cf. “Armas silenciosas para guerra

tranquilas” )


8- Encorajar o público a se sentir bem na mediocridade.

 

Encorajar o público a considerar “ótimo” o fato de ser idiota, vulgar e inculto...

Ligue a TV brasileira e observe como o ato de ser vulgar é cultuado e aplaudido. 

 


9- Substituir a revolta pela culpabilidade.

 

Fazer crer ao indivíduo que ele é o único responsável pela sua infelicidade, devido à

insuficiência da sua inteligência, das suas capacidades ou dos seus esforços. Assim, ao invés de

se revoltar contra o sistema econômico, o indivíduo se auto-desvaloriza e auto-culpabiliza, o que

engendra um estado depressivo que tem como um dos efeitos a inibição da ação. E sem ação,

não há mudança.


10- Conhecer os indivíduos melhor do que eles se conhecem a si próprios.

 

No decurso dos últimos 50 anos, os progressos fulgurantes da ciência cavaram um fosso

crescente entre os conhecimentos do público e aqueles possuídos e utilizados pelas elites

dirigentes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” chegou a um

conhecimento avançado do ser humano, tanto física como psicologicamente. O sistema chegou a

conhecer melhor o indivíduo médio do que este se conhece a si próprio. Isto significa que na

maioria dos casos o sistema detém um maior controle e um maior poder sobre os indivíduos do

que os próprios indivíduos.


(fonte: Noan Chomsky)


   Não é preciso nem dizer que a melhor forma de se proteger dessa engenharia social é meditando, conhecendo seus desejos, pensamentos, e claro, fortificando suas defesas lógicas.

Até a próxima.


Namastê





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